Dia 8
A cozinha estava um caos, tudo tirado dos armários, as bolachas foram retalhadas e o açucareiro estava quase vazio e húmido. Não havia formigas á vistas. Mas era quase impossível que um bicho como elas fizesse aquilo. Parecia mais obra de um esquilo, dum texugo, dum estrunfe … sei lá. Ia investigar quando parou na rua uma ambulância. Passos apressados escada acima e ouço o que parece ser um trovão. Subi as escadas e vi que eram os bombeiros e acabavam de rebentar a porta do vizinho. Ò diabo! Pensei. Que se passa aqui?
Os bombeiros entraram juntamente com dois paramédicos. Isto não me estava a cheirar bem. Por falar nisso, por acaso, cheirava ali um bocado mal. Saíram de lá com uma maca tapada com um plastificado azul-escuro. Foram embora. Na rua juntaram-se algumas pessoas, vizinhos e transeuntes. A vizinha do lado da frente disse que foi a filha dele que lançou o alerta. O Sr. Adelino não lhe telefonava á algum tempo, mas como só o fazia ao domingo não se preocupou. Alertou uma vizinha amiga que tentou bater á porta. Resolveram chamar os bombeiros. O Sr. Adelino estava morto á alguns dias.
Os bombeiros entraram juntamente com dois paramédicos. Isto não me estava a cheirar bem. Por falar nisso, por acaso, cheirava ali um bocado mal. Saíram de lá com uma maca tapada com um plastificado azul-escuro. Foram embora. Na rua juntaram-se algumas pessoas, vizinhos e transeuntes. A vizinha do lado da frente disse que foi a filha dele que lançou o alerta. O Sr. Adelino não lhe telefonava á algum tempo, mas como só o fazia ao domingo não se preocupou. Alertou uma vizinha amiga que tentou bater á porta. Resolveram chamar os bombeiros. O Sr. Adelino estava morto á alguns dias.


